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A ESTAMPAGEM CHINESA NA COLEÇÃO KWOK ON

VISITA ÀS RESERVAS DO MUSEU DO ORIENTE

A ESTAMPAGEM CHINESA NA COLEÇÃO KWOK ON

19 Maio | Sexta
Com Constança Arouca
Horário | 15.00 às 17.00
Preço | €12,00
Participantes mín.10, máx. 12 | M/16 anos

O Museu do Oriente propõe uma visita às reservas da coleção Kwok On para dar a conhecer o núcleo de Estampagens Chinesas, também conhecidas por tapian, ou ‘imagens roubadas à pedra’, que nos dão a conhecer o desenho das Pedras Esculpidas da Dinastia Han.
As Pedras Esculpidas correspondem a materiais de construção e acessórios funerários utilizados em portões, túmulos e câmaras funerárias. Tinham como função consolidar a estrutura e funcionavam como elementos decorativos. Geralmente representavam cenas de uma procissão, do cultivo, da música, dança, acrobática, episódios históricos, séries de corpos celestiais e criaturas mitológicas. Os registos destes elementos arquitetónicos aparecem ainda hoje impressos a partir de um processo tradicional, onde uma peça de papel fino, ao qual os chineses dão o nome de xuan, é colocada sobre uma superfície com um baixo-relevo; logo, é aplicada uma camada de tinta em partes iguais sobre a folha, através da pressão de uma ‘bola’ de tecido embebido, que vai produzir uma impressão do desenho da pedra sobre o papel.
As estampagens chinesas, ou tapian, foram utilizadas ao longo dos tempos para registar, copiar e distribuir imagens e textos gravados. Apareceram pela primeira vez no Período Han do Oeste (206 a.C. – 24 d.C)., foram muito populares durante o Período Han do Leste até à Dinastia Jin, e continuaram a ser realizadas durante a Dinastia Tang, tal como períodos posteriores. No momento em que as Pedras Esculpidas foram substituídas pelos murais pintados, e surgiram outro tipo de matrizes mais leves, como é o caso da matriz de madeira da xilogravura, as tapian foram sendo deixadas de lado, utilizadas hoje como forma de documentação de descobertas arqueológicas, entre outras funções. As estampagens chinesas estabelecem com a pedra esculpida uma relação da natureza do vestígio. A informação da modelação e pigmentação da pedra é substituída por alto contraste, através de uma imagem que apresenta a sua textura, suas rugosidades e falhas, mas não revela tudo, apenas a informação suficiente para se reconhecer esse contacto tangencial.
 
Esta visita vai ilustrar esta técnica e a sua história, através de vários exemplares de tapian existentes na colecção Kwok On.

Constança Arouca
concluiu em 2004 o Curso Avançado em Artes Plásticas e, em 2005, o projecto individual no Curso de Imagem em Movimento, ambos no Ar.Co. Em 2012, concluiu a pós-graduação. Em 2016 concluiu o mestrado de Antropologia – Culturas Visuais, na FCSH da Universidade Nova de Lisboa.

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O pagamento deverá ser efectuado por cheque emitido à ordem da Fundação Oriente (enviado para Museu do Oriente Rua Brasília, Doca de Alcântara Norte 1350-362 Lisboa)

 

Transferência bancária para a seguinte conta (por favor, enviar comprovativo)

NOVO BANCO
IBAN: PT50 000700000045279037523
BIC: BESCPTPL