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UM MUSEU DO OUTRO MUNDO

JOSÉ DE GUIMARÃES
NOS 30 ANOS DA FUNDAÇÃO ORIENTE E NOS 10 ANOS DO MUSEU DO ORIENTE

UM MUSEU DO OUTRO MUNDO

16 Março a 3 Junho

CONVERSA
25 Maio | Sexta | 18.30
Com José de Guimarães, Nuno Faria, Pedro Campos Costa, José Tolentino Mendonça [tbc], Nélia Dias [tbc], Guilherme d’Oliveira Martins,  Sofia Campos Lopes
Entrada livre, sujeita à capacidade da sala

VISITAS GUIADAS
4 Maio | Sexta | 18.30
Com Pedro Campos Costa [arquitecto do espaço expositivo]
19 Maio | Sábado | 18.30
Com Nuno Faria [curador da exposição]
Gratuito, por ordem de chegada | Máx. 25 pessoas/visita

 

José de Guimarães concebeu uma intervenção inédita e específica para o Museu do Oriente que tem como ponto de partida o amplo e diverso espólio do Museu, em articulação e diálogo com peças do artista, da sua colecção de arte chinesa, assim como de outros objectos e imagens que constituem o universo de referências do autor.


Em várias culturas, o “outro mundo” é o lugar onde os mortos vivem a vida para além da morte. Por sua vez, o trabalho de José de Guimarães é profundamente marcado pelos rituais das culturas antigas, traçando um arco de influências que vai da América até ao Extremo-Oriente.

A oportunidade de realizar esta exposição partiu de um convite do Museu do Oriente ao artista para realizar uma grande intervenção que unisse em diálogo obras da colecção do Museu e peças do próprio José de Guimarães. A estas, juntar-se-ão peças da colecção de arte antiga chinesa que sinalizam o importante e singular trabalho de coleccionador que o artista José de Guimarães vem articulando com a sua própria obra, como se fossem duas faces da mesma moeda.

À imagem das caixas-relicário do artista, a intervenção assumirá a forma de uma arquitectura efémera e precária – a estrutura padrão da intervenção será a caixa-favela ou relicário, que José de Guimarães vem utilizando quer como objecto escultórico autónomo quer como receptáculo ou suporte para incorporar objectos vários que, não sem estranheza, dialogam e ressoam entre si.

Será uma intervenção de grande escala em que artista, arquitecto e curador propõem um diálogo/reflexão em torno da ideia de museu como estrutura/casa/construto cultural e social em que objectos de diferentes lugares e proveniências reenviam para usos, funções, ostentações e simbolismos diversos, por vezes coincidentes, outras contraditórios.
 

Num lugar que escrutina a expansão cultural do universo português, a exposição constituir-se-á como uma poderosa e incisiva reflexão sobre o museu enquanto espaço de alteridade, em permanente troca e diálogo com a estranheza e a familiaridade entre a arte e vida, o museu e o mundo.
Uma exposição que se inscreve no Ano Europeu do Património Cultural 2018.

Curadoria
| Nuno Faria
Arquitectura do espaço expositivo | Pedro Campos Costa


Exposição no âmbito do 30º aniversário da Fundação Oriente e 10º aniversário do Museu do Oriente.

 

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