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A FLAUTA NO ORIENTE E O OCIDENTE ORIENTAL

CICLO PIANO FORTE

A FLAUTA NO ORIENTE E O OCIDENTE ORIENTAL

22 Fevereiro ’20 | Auditório | 19.00 | €12
Recital com David Silva (flauta) e Philippe Marques (piano)

Diariamente adaptamos, transformamos e apropriamos tradições provenientes de diferentes culturas. Aproveitamos aquilo de que gostamos nelas e integramos na nossa forma de viver. A música funciona de maneira semelhante. Nunca nenhuma obra foi criada num vácuo artístico, onde o completo processo criativo do compositor tenha estado à margem de quaisquer factores externos. Todo o artista é influenciado, inspirado e confrontado com outras formas de ver e fazer música. E tal como na gastronomia, de quanto mais longe vier essa música, mais curiosidade e interesse vai despertar naqueles que a ouvem. Hoje iremos fazer uma viagem pelo Japão, visto por dentro, e também pelo sul da Ásia, visto da Europa. Sempre com lentes diferentes, umas com mais ou menos miopia, mas todas ligadas pela música que as une.   


PROGRAMA
Voice para flauta solo (1971) | Toru Takemitsu
Haru No Umi (1929) | Michio Miyagi
Digital Birds Suite (1982) | Takashi Yoshimatsu

  1. Bird-Phobia        
  2. A Bird in the Twilight    
  3. Twitter Machine
  4. A Bird in the Noon
  5. Bird Circuit

[intervalo]

Joueur de flûte, Op. 27 (1924) | Albert Roussel
  1. Pan        
  2. Tityre
  3. Krishna
  4. Monsieur de la Péjaudie        

    
Prélude à L’après-midi d’un faune (1894) | Claude Debussy   
   
Duração 70', com intervalo | €12 (descontos em vigor)

David Silva é membro da Gustav Mahler Jugendorchester desde 2017, encontra-se a frequentar o mestrado em performance no Koninklijk Conservatorium em Bruxelas, com o flautista Carlos Bruneel. A sua formação musical passou pela Escola de Música do Conservatório Nacional, Escola Superior de Música de Lisboa, onde foi premiado com a bolsa de melhor aluno no ano 2015/2016 e a Haute École de Musique de Genebra, onde terminou em 2018 o mestrado em interpretação musical (orientação concerto). Em paralelo, tem colaborado percurso académico, colabora regularmente com diversas orquestras, das quais se destacam Musikkollegium Winterthur Orchester (Suiça), Orchestre de la Suisse Romande (Suíça), Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica Portuguesa (Portugal) ou Orchestre des Jeunes de la Méditerranée (França).  Enquanto solista, foi premiado em vários concursos nacionais, tais como Concurso Flauta&Arte (1º lugar), Concurso Internacional José Massarão (1º lugar), Concurso da Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo (1º lugar)e Concurso “Cultivarte” (3º prémio).    Os seus estudos são apoiados pela Fundação Calouste Gulbenkian. 

Philippe Marques (1991, Lausanne) iniciou os estudos musicais em 2001 e em 2006 foi admitido na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, onde completou o Curso de Piano. Desde então, tem vindo a actuar regularmente por todo o país e participado em recitais transmitidos pela RTP/Antena 2. Enquanto solista, apresentou-se internacionalmente em França, nos Estados Unidos e no Brasil.
Ao longo do seu percurso tem participado em masterclasses sob orientação de conceituados professores e estreou obras de vários compositores portugueses e estrangeiros, de entre os quais se destacam Edward Luiz Ayres d’Abreu, Nuno da Rocha, Luís Salgueiro, Daniel Moreira, Hugo Ribeiro e Ana Seara. Colabora regularmente com instituições como a Orquestra Gulbenkian e Orquestra Metropolitana de Lisboa. Em 2014 obteve o grau de Mestre em Música na Escola Superior de Música de Lisboa. Lecciona no Conservatório de Música da Metropolitana e na Escola Profissional Metropolitana. Os seus mais recentes projectos incluem a gravação da integral das sonatas para piano de J. D. Bomtempo, bem como de obras de câmara de Ruy Coelho.


ESPECTÁCULOS