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ENSEMBLE SYNDESI (QUARTETO DE CORDAS E CLARINETE)

CICLO CONCERTOS ANTENA 2 NO MUSEU DO ORIENTE

ENSEMBLE SYNDESI (QUARTETO DE CORDAS E CLARINETE)

18 Dezembro | 19.00 | Auditório | Entrada gratuita


Ensemble Syndesi [quarteto de cordas e clarinete]
Pedro Serra e Silva, violoncelo | Tomás Costa, violino | Maria José Laginha, violino |  Esther Georgie, clarinete | Leonor Fleming, viola d’arco


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PROGRAMA

  • Johannes Brahms | Quinteto com clarinete em Si menor, op.115
  • Joseph Haydn | Quarteto de cordas nº 1, Op.77

A carreira a solo de Esther Georgie iniciou-se em tenra idade, tanto no piano como no clarinete, tocado frequentemente com a sua mãe, pianista, em recitais.
 Foi galardoada com o primeiro prémio nos concursos International Young Concert Artists Competition, Young Artist's Platform de Londres e Frederick Thurston Memorial Prize, entre outros.  Foi convidada a tocar para membros da Família Real Britânica, incluindo S.A.R. o Principe de Gales e a Rainha Isabel II. Colaborou, como Primeiro Clarinete, com a Royal Liverpool Phiharmonic Orchestra nos seus concertos comemorativos do seu 150º aniversário.
Foi Clarinetista Principal da Orquestra Gulbenkian durante mais de 32  anos, realizando também concertos a solo para clarinete e orquestra com variadíssimos repertórios, desde os clássicos até obras contemporâneas - algumas das quais dedicadas a si.
Esther continua em Portugal, prosseguindo o seu trabalho no domínio do recital (música de camara e solista) e como professora convidada em contexto de masterclass.

Nascida a 16 de Novembro de 1993 e natural de Aveiro, Leonor Fleming iniciou os seus estudos musicais aos 5 anos de idade no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian nas classes dos professores Hazel Veitch e Hugo Diogo. Em 2014 concluiu a Licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa na classe do prof. Pedro Saglimbeni Muñoz, e em 2014 terminou o Mestrado em Interpretação Artística na ESMAE, na classe do professor Jorge Alves, elaborando então a tese “Sobre música portuguesa para viola d’arco no séc. XX: A influência de François Broos (1903-2002) na criação musical em Portugal”, sob a orientação da Professora Doutora Sofia Lourenço. Enquanto profissional de orquestra já teve a oportunidade de colaborar com as orquestras Gulbenkian, Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Clássica do Centro (enquanto membro efectivo e no lugar de viola solista), entre outras. Ao longo do seu percurso participou em masterclasses com os professores Guy Ben- Ziony, Leo De Neve, Máté Szücs, Tatjana Masurenko, Roger Meyers, Ivo van der Werff, Diemut Poppen, Ana Bela Chaves, Toby Hoffman, Igor Sulyga e Avri Levitan. Em 2008 venceu o 1º Prémio no Concurso Paços Premium, na categoria D de Viola d’Arco. Em 2014 apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica da ESML, no âmbito do I Festival de Cordas da ESML. No mesmo ano, como parte integrante do Quarteto AllaBreve, conquistou o segundo lugar no concurso Prémio Jovens Músicos, na categoria de Música de Câmara em nível superior. Em 2015, foi um dos cinco laureados no Concurso Internacional do Campus delle Arti. Como resultado, apresentou-se no ano seguinte a solo em dois recitais em Itália, nas cidades de Veneza e Pádua. Em 2016 foi-lhe concedida a bolsa de Aperfeiçoamento Artístico pela Fundação Calouste Gulbenkian, que permitiu que frequentasse e concluísse o Mestrado no Koninklijk Conservatorium Antwerpen, na classe do conceituado professor Leo DeNeve. Desde 2017 que integra o Werther Piano Quartet, grupo baseado na Bélgica e que desde 2018 é bolseiro da fundação alemã Mozart-Gesellschaft Dortmund, e que se apresentou na Konzerthaus Dortmund em Dezembro do mesmo ano. Desde 2018 que é membro da Gustav Mahler Jugendorchester onde trabalhou com os maestros Vladimir Jurowski, Lorenzo Viotti e Jonathan Nott. Desde 2019 que trabalha como reforço efetivo na Orquestra Gulbenkian.

Pedro Serra e Silva | Nasceu em 1991, em Lisboa. Iniciou a aprendizagem de violoncelo com Luís Clode, tendo prosseguido os seus estudos no Conservatório Nacional de Lisboa com Maria José Falcão e, mais tarde, com Paulo Gaio Lima, na Academia Nacional Superior de Orquestra. Prosseguiu o seu aperfeiçoamento artístico com Xavier Gagnepain, em Paris e com Susanne Wahmhoff, em Münster, na vertente de violoncelo barroco. Durante a sua formação frequentou ainda cursos de aperfeiçoamento com Heinrich Schiff, Mats Zetterqvist, Paul Wakabayashi, Mats Lidström, Matias de Oliveira Pinto, Xavier Gagnepain e Wolfgang Boettcher e Alban Gerhardt. O gosto pela Música de Câmara leva-o a fundar diversos agrupamentos camerísticos. Entre estes projectos, destaque para o Trio com Piano do Conservatório Nacional - com o qual conquista uma Menção Honrosa do Júri no Concurso Internacional de Música de Câmara de Alcobaça e o Quarteto Olisipo, projecto camerístico que passa por diversas salas de concerto nacionais, destacando-se a Casa da Música – Porto, Centro Cultural de Belém, Museu da Música – Lisboa, Museu Nacional dos Coches, Salão Árabe do Palácio da Bolsa do Porto, entre os palcos nacionais. Colabora regularmente com as mais destacadas orquestras nacionais, nomeadamente a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e a Orquestra do Norte. Foi Violoncelo Solo na Junge Deutsch-französische Philharmonie e na International Regions Symphony Orchestra – Baden-Württemberg e na Orquestra Sinfónica Juvenil, tendo-se apresentado em inúmeras salas de concerto nacionais e europeias, nomeadamente na Alemanha, França e Hungria. Ocupou o lugar de solista B na Orquestra Clássica do Sul, durante a temporada de 2017. Em 2016, realizou com o Quarteto de Cordas da Orquestra Sinfónica Juvenil uma digressão à Índia, tendo realizado concertos em Bombaim, Nova Déli e Goa, regressando em 2017, a convite da Fundação Oriente, desta vez para uma parceria pedagógica com Academia Kala e a “Child’s Play India Foundation”, em Goa.

Tomás Costa
  | Iniciou a aprendizagem do violino aos 4 anos na Academia de Música de Santa Maria da Feira, com Augusto Trindade e António Fernando Silva. Estudou complementarmente com Daniel Rowland entre 2001 e 2006. É licenciado pela ANSO - Metropolitana, na classe do prof. Aníbal Lima, com média final de 19 valores, e mestre em ensino da música pela ESML. Foi chefe de naipe de 2os violinos no EGO 2015 e colabora regularmente com a Orquestra Gulbenkian desde 2016, somando-se ainda colaborações com a OSPCdM, OCP, entre outras. É vencedor do Prémio INATEL 2014 e laureado pelo PJM (2010, Nível Médio). Enquanto como 1º violinista do Quarteto Olisipo participou no HARMOS Festival e no Verão Clássico no CCB. Frequentou masterclasses com Simon Fischer, Mariana Sirbu, Gerardo Ribeiro, Evgeny Bushkov, Eric Heide, entre outros. O seu CD em colaboração com o pianista Vasco Dantas tem lançamento previsto para o Outono de 2020.

Maria José Laginha | Estudou na Fundação Musical dos Amigos das Crianças e na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (Artave) com Filomena Cardoso, Leonor Prado, Alberto Gaio Lima e Suzanne Lidegran. Participou em diversas masterclasses com professores como Daniel Rowland, Felix Andrievsky, Alexei Mijlin, Boris Kuniev, Gerardo Ribeiro, Christophe Poiget, Igor Volochine e Roman Nodel, entre outros. Ganhou o concurso Jovens Músicos (nível médio) em 2005. Tocou a solo com a Filarmonia das Beiras, Orquestra Artave e Orquestra Gulbenkian. Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, terminou o curso de Instrumentista de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra.
Colaborou com várias orquestras portuguesas, entre elas a Orquestra Aproarte, Sinfonietta de Lisboa, Lisbon Chamber Orchestra e Orquestra Metropolitana de Lisboa, orquestra de Câmara Portuguesa e estrangeiras, como The European Union Youth Orchestra e The World Orchestra, com quem participou em digressões mundiais. É membro da Camerata Atlântica desde a sua formação em 2013. Foi docente na Orquestra Geração e é, desde 2007, membro da Orquestra Gulbenkian.

M/6 anos
Entrada gratuita mediante levantamento prévio de bilhete no próprio dia do espectáculo (lotação da sala sujeita às regras anti covid-19)